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OAB Alagoas atua na defesa das prerrogativas e ressalta avanços junto ao Poder Judiciário

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Alagoas (OAB/AL) vem acompanhando de perto os avanços e conquistas da advocacia alagoana junto ao Tribunal de Justiça do Estado (TJ/AL). Nos últimos dois anos, muitos problemas foram elencados pela instituição e apresentados ao Poder Judiciário sempre na defesa das prerrogativas da classe e em prol dos jurisdicionados. Na última quarta-feira (09), diretores da OAB Alagoas e da Caixa de Assistência dos Advogados participaram de uma reunião com a Comissão de Inspeção do Conselho Nacional de Justiça, que esteve em Alagoas realizando uma inspeção em Varas, Juizados, na capital e no interior. Durante o encontro, a instituição reforçou algumas questões que veem provocando entraves no andamento de processos e, assim, ainda acarretam na morosidade do sistema em Alagoas. Na oportunidade, a presidente da Ordem, Fernanda Marinela, ressaltou as dificuldades e anseios da advocacia alagoana, destacando que apesar da nomeação dos magistrados e o concurso público em andamento, muito trabalho ainda precisa ser feito para se garantir a efetividade da Justiça. “A missão da OAB é cobrar e fiscalizar a atividade jurisdicional como entidade que defende os direitos e interesses da sociedade. No exercício desse dever a Diretoria da OAB Alagoas tem cobrado de forma constante, junto ao Tribunal de Justiça de Alagoas, a resolução de problemas que passam pela esfera administrativa e pela atividade jurisdicional”, colocou a presidente. Uma grande preocupação da Ordem é referente ao recebimento e levantamento de alvarás, estrutura e funcionamento da Turma Recursal, a deficiência do atendimento dos magistrados aos advogados, a presença do juiz na comarca e produtividade, dentre outros. A Diretoria da OAB espera um resultado positivo decorrente da conversa com a comissão do CNJ. “Apesar de alguns dos problemas apontados naquele diagnóstico já terem sido resolvido pelo TJ/AL, muitos ainda permanecem, como problemas estruturais das unidades judiciárias”, finalizou Fernanda Marinela.